Fraturas infantis variam conforme idade, localização, tipo e intensidade do trauma. Mesmo quedas aparentemente simples podem causar lesões e cada criança precisa de avaliação individual.
Sintomas mais frequentes
- dor imediata, que piora ao movimentar ou tocar a região;
- recusa para usar o braço, apoiar a perna ou caminhar;
- inchaço, hematoma ou deformidade;
- movimentação anormal, estalo ou ferimento associado.
Algumas crianças ainda conseguem mexer o membro lesionado. A avaliação clínica e, quando indicada, a radiografia definem o diagnóstico.
O que fazer na suspeita
Imobilize o membro na posição em que se encontra, evite manipular ou tentar “colocar no lugar” e procure atendimento. Se houver ferida, lave suavemente e cubra com material limpo.
Tratamento e recuperação
Muitas fraturas são tratadas com tala ou gesso. Outras precisam de redução, fixação ou cirurgia. O tempo de consolidação depende da idade, do osso e do tipo de lesão. O retorno às atividades deve ser progressivo e autorizado pelo ortopedista.
Cuidados com o gesso
- mantenha o gesso seco e não introduza objetos;
- observe cor, temperatura, sensibilidade e movimento dos dedos;
- não apoie peso ou modifique a imobilização sem autorização;
- retorne às consultas e radiografias programadas.
Dor intensa ou progressiva, dedos muito inchados, pálidos, roxos ou frios, formigamento, perda de sensibilidade ou dificuldade para mexer os dedos precisam de avaliação rápida.
